LirAa aponta média de infestação de 2,9% neste segundo ciclo do ano

Levantamento foi feito nos três primeiros dias do mês (Secom/Divulgação)

O Setor de Controle de Endemias da Secretaria de Saúde de Cascavel divulgou hoje (4) o resultado do 2º Ciclo do LirAa deste ano, realizado esta semana (dias 1, 2 e 3 abril). A média de infestação nos 4.302 imóveis inspecionados foi de 2,9%, índice considerado de médio risco, conforme a classificação do Ministério da Saúde, que preconiza até 1,0% como aceitável.

Ao todo foram coletadas 142 amostras de larvas positivas para Aedes aegypti; dessas, dez foram no estrato 10, na região sul da cidade, que engloba os bairros Padovani, Jardim União, Santa Catarina, Faculdade, Universitário, Turisparque, Veredas, Cascavel Velho, Jardim Itália, Veneza, Presidente e Aquarela do Brasil, região que apresentou média de infestação de 5,4%, considerado de alto risco.

Também apresentou índice elevado a Região Norte. O estrato 3 aponta 3,7% de infestação, considerado de médio risco; e a  Região Oeste, no estrato 6, 3,4% de infestação, igualmente de médio risco.

O maior número de depósitos encontrados com larvas mais uma vez foi lixo e outros resíduos sólidos, sendo 43%.

O Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti é uma ação rotineira e apresenta de maneira rápida e segura os índices de infestação larvários do mosquito a cada quatro meses. O número de imóveis inspecionados é determinado em função da densidade populacional, dividida por 10 estratos (regiões da cidade), totalizando 117 localidades cadastradas no Setor de Controle de Endemias.

Durante a realização do LirAa é realizado técnica de pesquisa larvária, coletadas larvas em 100% dos depósitos encontrados em cada domicílio, o que permite – além de quantificar as amostras – identificar o tipo de criadouro, evidenciando a prevalência de criadouros em cada estrato.

Medidas

Após esta pesquisa, a Divisão de Vigilância em Saúde Ambiental realizará, nos próximos dias, ações educativas e de sensibilização dos moradores das regiões com maior índice de infestação.

“Vale ressaltar que é necessário, neste momento, que toda a sociedade esteja mobilizada, a fim de reduzir esta infestação, evitando aumento do número de casos das doenças causadas pelo vetor; para isso, cada cidadão deve fazer sua parte, junto com o serviço público”, detalha a diretora da Vigilância em Saúde, Beatriz Tambosi.

 

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